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18/07/2018 | Atualizado em (19/07/2018 - 13:49) Notícias, arquivo de notícias

Em agenda com Legislativo, Promotora de Justiça destaca CEI como modelo a ser seguido

Na tarde desta quarta-feira, 18, a Promotora de Justiça, Marcia Aguiar Arend, conheceu as novas instalações do CEI Nossa Senhora das Graças, no bairro Bela Vista.  A  obra viabilizada pela Lei 5577/2016, que autorizou a permuta de uma área pública ocupada em troca da construção do Centro de Educação Infantil. A matéria tramitou na Casa Legislativa e foi aprovada em 13 de julho de 2016. 

 

"O que nós podemos fazer para recompor o município e todo lucro que um particular teve ao longo do tempo? Aqui há um modelo, e se tivermos informações de outras áreas, até antes de ajuizar a demanda, podemos fazer coisas desse tipo, como fizemos aqui, além de tudo, é mais rápido", declarou a Promotora de Justiça, Marcia Arend.

 

A visita ao local foi agendada pelo Legislativo por meio da Procuradoria da Casa, como forma de demonstrar a maneira a qual foi executada a Lei 5577/201. A visita contou com as presenças do vereador Michel Schlemper, do Procurador-Geral e da Diretora-Geral da Câmara, Edmo Cidade de Jesus e Elóia Rosa Oliveira, além do prefeito em exercício, Orvino Coelho de Ávila.

 

"Há tanta coisa para ser resolvida que quando você vê algo que dá certo, como isso aqui, motiva!. Já estávamos para vir ao CEI há algum tempo, mas coincidentemente na semana passada, o Dr. Edmo e a Diretora Elóia conseguiram marcar uma agenda com a Promotora Marcia Arend, numa data que coincidiu com eu ter assumido o Executivo", afirmou chefe do Executivo.

 

CEI Nossa Senhora das Graças

Inaugurado em fevereiro, o CEI Nossa Senhora das Graças passou a atender 216 crianças em seis salas de aula. Antes eram 119 em duas salas. Ainda foram construídas salas para secretaria, direção e professores; pátio coberto; hall de entrada; cozinha com dispensa; lavanderia, berçário e banheiro adaptado. A obra custou R$ 1,3 milhão.

 

A viabilização da obra foi possível graças a permuta de um terreno no Kobrasol, aprovada pela Câmara Municipal de São José, em 2016, para que, em troca, o poder privado construísse a escola.